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segunda-feira, 29 de abril de 2013

"Gena de Altinho lança mais um CD de forró Pé de Serra"

 
O forrozeiro Gena de Altinho está em pleno trabalho de divulgação do seu mais novo CD. Entitulado de "O verdadeiro Forró Pé de Serra", o trabalho conta com músicas de compositores renomados de forró, como: Zezito Doceiro, Xico bizerra, Oscar Neto, Antonio Barros, Jorge de Altinho, Dominguinhos, João Silva, Acioly Neto, Alcimar Monteiro, Chico César, Rivaldo Serrano, Petrúcio Amorim, Luiz Guimarães e Oscar Neto. Produzido pelo conhecido Ananias Junior(Junior buchada), o novo CD de Gena de Altinho, conta com a participação de uma banda de peso, formada por alguns dos melhores músicos de Pernambuco, que deram um molho e uma dinâmica especial ao trabalho.
 
Talentos como Hito Pereira, Toninho Tavares, Ananias, João Neto, César Miquilis, Quartinha, Fabinho Costa e Beto Ortis fazem parte deste projeto. Embora sofra a resistência de alguns poucos, o novo trabalho de Gena de Altinho que está inserido na arte de cantar forró desde os 16 anos de idade, tem sido elogiado não só em Garanhuns, mas em todo estado, diante do seu resultado final, e não é a toa que tem tudo para ser um dos mais executados durante os festejos juninos deste ano. Bancário de profissão, Gena como é mais conhecido, apesar de Contar com "Altinho" em seu nome artístico, na verdade é natural de São Bento do Una, de onde veio para Garanhuns quando ainda tinha 4 anos de idade.
  

Compositor Paulo Vanzolini autor de "RONDA", morre em São Paulo



O compositor Paulo Vanzolini morreu na noite de ontem em São Paulo. Segundo assessoria do Hospital Israelita Albert Einsten. Ele estava internado desde a última quinta-feira (25), dia de seu aniversário de 89 anos, para tratamento de pneumonia extensa. A causa da morte ainda não foi divulgada. Como compositor, Vanzolini é consagrado pela autoria de clássicos da música paulistana como "Ronda" e "Volta por Cima".

sábado, 27 de abril de 2013

Show com cantoras em tributo a Taiguara é editado em CD e DVD


A gravadora Lua Music vai lançar no segundo semestre de 2013 CD e DVD com 13 músicas gravadas ao vivo no show em tributo ao compositor uruguaio-brasileiro Taiguara (1945 - 1996). Com a participação de cantoras como Cida Moreira, Claudette Soares, Fafá de Belém, Fernanda Porto, Vânia Bastos e Verônica Ferriani, o show foi realizado em 1º de julho de 2011 no Auditório Simon Bolivar do Memorial da América Latina, em São Paulo (SP), para promover o lançamento do CD A voz da mulher na obra de Taiguara (Joia Moderna, 2011), produzido por Thiago Marques Luiz para a gravadora então recém-aberta do DJ Zé Pedro. Além dos 13 números incluídos no DVD, o CD vai trazer como bônus a bela gravação de estúdio de Mudou (Taiguara, 1972), feita por Célia, cantora ausente do show por incompatibilidade de agendas.
 
Fonte: Notas Musicais
 

quinta-feira, 25 de abril de 2013

"Sexta-feira é dia de Palco Giratório em Garanhuns no Teatro LSD"




Garanhuns sedia nesta sexta-feira, mais uma edição do Palco Giratório. Trata-se do projeto em circuito nacional, que leva para todo o Brasil, espetáculos de artes cênicas. Nesta edição, o projeto que tem iniciativa do Sesc, irá contemplar o público local com o espetáculo de dança contenporânea "O Objeto Gritante" da Cia.Maurício de Oliveira e Siameses de São Paulo. O espetáculo acontecerá nesta sexta-feira dia 26, às 20h. no Teatro LSD do Centro Cultural Alfredo Leite Cavalcante. Os convites para a apresentação serão distribuidos na unidade local do Sesc a partir das nove horas da manhã. A classificação é livre.  


terça-feira, 23 de abril de 2013

"É só sertanejo, pagode. O Brasil emburreceu devido à monocultura", diz Guilherme Arantes

 
Um sentimento de estranhamento com o mundo. Essa foi a mola propulsora para "Condição Humana (Sobre o Tempo)", álbum que marca a volta de Guilherme Arantes após sete anos sem um disco de inéditas. O cantor que imortalizou temas ecológicos ("Planeta Água") e baladas românticas ("Cheia de Charme") afirmou ao UOL que o Brasil vive hoje uma nociva "monocultura"."Existe esse cenário de balada em um país infantilizado como Brasil, um país que perdeu a profundidade. Agora é uma coisa rasa, é só festa. É só sertanejo, pagode. É só cana, laranja e boi. O Brasil emburreceu devido à monocultura", disse.
 
O raciocínio do compositor se alongou em mais de uma hora de conversa, em que ele teorizou que a monotonia invadiu não só as paradas de sucesso, mas todo o país. Na parte cultural, no entanto, algo começou a mudar quando um grupo de "excluídos", que antes consumiam o que "a TV aristocrata produzia", passou a determinar o dial da rádio e o tema das novelas.
 
"Foi uma inserção no mercado de uma massa de excluídos. São goianos, são sertanejos, é o mundo da agromúsica. Houve essa inclusão das festas populares. Você tem a ascensão de uma classe média negra, que é quando surge o pagode; da classe média baiana, que dá no axé; de Goiânia com o sertanejo, e agora com o Pará", explicou.Mas, segundo ele, a inserção é natural. "O Brasil canta música brasileira, antes de mais nada. O que é criticável é o pragmatismo desse mundo globalizado. Nós temos regiões do país onde ninguém sabe quem é Milton Nascimento".
 
Para escapar do desânimo que o assolou, Guilherme construiu --da concepção até a instalação dos cabos elétricos-- o Coaxo do Sapo. Metade estúdio, metade pousada, é na Bahia onde Guilherme se retirou para "oxigenar ouvindo outras coisas". "Mais do que minha carreira, estou estrategiando a música. Isso deu um gás pra fazer esse disco".Embora "Condição Humana" seja um disco para cima, com canções de amor e uma produção que resgata o pós-progressivo dos anos 1970, Guilherme se permite fazer uma análise social: "Faz-de-conta que eu não sei / Que o mundo está na mão / Da quadrilha de gravata / Que me assalta todo mês", canta na nova "Moldura do Quadro Roubado"."Eu resolvi fazer um disco para colocar para fora essa visão de um mundo que me preocupa. Você liga a TV e só tem religião. Você vira canal e só tem igreja. O que é isso? Nosso dial é uma vergonha. Nossa televisão está alugada para pastor".
 
"Sobre o Tempo"
Com o segundo título do disco, "Sobre o Tempo", Guilherme revela um lado mais positivo e colaborativo nesse novo e estranho mundo. Venerado por artistas alternativos da dita nova MPB, o compositor abriu as portas para conversar com seus contemporâneos, e foi direto no convite: "Estava decidindo os coros para as músicas e pensei: podia juntar todo esse pessoal que diz gostar de mim".
Deu certo. Mariana Aydar, Adriano Cintra, Kassin, Curumin, Bruna Caram, Thiago Petit, Tiê e Tulipa Ruiz, entre outros, cantam em "Onde Estava Você" e "O Que Se Leva". Com Marcelo Jeneci, que também toca acordeão nesta última, Guilherme guarda um carinho especial: "A gente tem uma ligação que é um algo mais. Tem algo que me liga profundamente com ele."
 
Com o frescor desses contatos, o compositor disse que enxerga uma esperança. "Esses jovens trazem de volta o piano, que é um instrumento aristocrático, é uma galera que está procurando uma música mais densa. É uma geração que está trazendo de volta a harmonia".Guilherme também se sentiu desafiado. "Todo mundo fala que o Jeneci é meu sucessor, que o Silva é minha extensão. Isso me deu a gana de dizer: 'opa, não estou morto, não'. E isso é bom. Pela primeira vez, tenho concorrentes", disse aos risos.
 
O cantor e compositor renega a ideia de que agora está sendo redescoberto --"estou sendo redescoberto há anos" --, e reafirma que sua verve melódica e romântica finalmente venceu uma batalha iniciada nos anos 1980, com o que ele chama de "música feita para homens"."Minha música surgiu, agradou do ponto de vista da mulher e desagradou aqueles homens de coturno, aquela coisa que parecia a juventude 'hitlerista'. Trinta anos depois, eu dou o troco. O rock masculino ficou para trás, hoje são um bando de homem chato e machista. A transgressão mais forte foi a feminina", comemorou com uma promessa para quem ainda tem restrições ao seu estilo: "Hoje até os roqueiros com uma pegada mais forte vão ouvir (o novo álbum) e achar um discaço."
 
Reprodução do site UOL

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Djavan avaliza tributo de Rosa Passos e prepara caixa com toda sua obra


Gravado em São Paulo (SP), o disco em que Rosa Passos canta músicas de Djavan - Samba dobrado, batizado com nome do samba lançado pelo compositor em álbum de 1978 - vai ser lançado somente em junho de 2013, com distribuição da gravadora Universal Music, mas já foi ouvido e avalizado pelo homenageado. Feliz com o resultado do disco em que a cantora dá voz a músicas como Pétala (1982), Djavan escreveu texto para o CD sobre a forma de Rosa fazer música. E por falar no artista alagoano, Djavan prepara caixa com reedições de toda sua obra fonográfica. O lançamento da (oportuna) caixa está previsto para o segundo semestre de 2013.

Fonte: Notas Musicais

“Caravana Rabequeiros de Pernambuco” leva som da Zona da Mata a todo o Brasil"


Depois de promover a sonoridade da Zona da Mata através do disco “Rabequeiros de Pernambuco”, em 2011, também financiado pelo Funcultura, reunindo 24 rabequeiros, entre mestres da Zona da Mata e músicos já consagrados, Cláudio Rabeca agora lança o projeto Caravana Rabequeiros, que passará, agora em maio, por São Paulo, Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, Fortaleza, Natal, João Pessoa e Recife.
 
Fazem parte da caravana, além do próprio Claudio Rabeca, o mestre Luiz Paixão, um dos mais importantes rabequeiros do país, que já nasceu no meio da cultura popular, em Aliança, tendo ensinado a vários músicos consagrados, caso de Renata Rosa, que agora também se soma a esse projeto. A convite do mestre, Renata tomou parte no banco de cavalo-marinho Boi Brasileiro, em 2000 e depois produziu o primeiro cd dele, ‘Pimenta com Pitu’. Outro que desde pequeno vive nesse meio e também parte agora em turnê nacional com a “Caravana Rabequeiros de Pernambuco” é Maciel Salu. Filho de Mestre Salustiano, iniciou sua carreira como brincante junto ao seu pai.
 
O repertório, intercalado entre pontuações instrumentais e canções, traz um pouco das músicas dos quatro artistas e algumas surpresas conjuntas. Na turnê, os rabequeiros são acompanhados na percussão por Gilú Amaral (Orquestra Contemporânea de Olinda) e Guga Amorim (Quarteto Olinda) e nas cordas por Rodrigo Samico (Saracotia) e Hugo Linns, que assina também a direção musical do espetáculo.

Raimundo Carrero lança seu novo romance nesta segunda

 
 


O escritor pernambucano Raimundo Carrero lança mais um romance nesta segunda-feira (22) na Livraria Jaqueira. Intitulada "Tangolomango – Ritual das paixões deste mundo", a nova obra recebe a assinatura da Editora Record. Membro da Academia Pernambucana de Letras e ganhador de diversos prêmios literários, o Carrero traz a temática da paixão e do amor carnal em sua nova obra. O lançamento acontece a partir das 19h, com entrada aberta ao público.
 
Fonte: jc online