O que você acha da afirmação do biógrafo Pedro de Moraes, quando afirma que Lampião não era bicha, era bichona? A afirmação do escritor está publicada no seu Livro "Lampião Mata o Sete, cujo lançamento está proibido temporariamente por determinação da justiça. A posição do escritor tem causado muita polêmica, inclusive no meio de admiradores e estudiosos da vida do rei do cangaço. E você o que acha disso tudo? dê sua opinião participando agora de nossa enquete sôbre o tema.
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Polêmica no cangaço: "Lampião não era bicha, era bichona", diz biógrafo
Por Ana Cláudia Barros
Autor de Lampião - o Mata Sete, cuja publicação e comercialização foram proibidas em caráter liminar, o juiz aposentado Pedro de Morais conta a Terra Magazine que ficou surpreso com a repercussão do caso. Antes mesmo de ser lançada, a obra vem provocando polêmica e revolta por levantar a suposta homossexualidade de Virgulino Ferreira da Silva e apontá-lo como um dos vértices de um triângulo amoroso, formado ainda por Maria Bonita, sua companheira, e o cangaceiro Luiz Pedro.
A ação judicial foi movida por familiares de Lampião junto à 7ª Vara Cível de Aracaju (SE). Morais já apresentou recurso. Ele diz que a conduta homossexual de Lampião foi mencionada por outros autores e que se ateve apenas a fatos históricos. O livro não trata exatamente da homossexualidade de Lampião. Eu apenas mostro que ele era homossexual, mas não com força pejorativa. Eu não tenho absolutamente nada contra os homossexuais nem a favor. Eu relato um fato histórico. Aliás, não sou o primeiro a escrever sobre isso e nem o vigésimo.
O magistrado aposentado, que informou pesquisar sobre o tema desde a década de 1960, critica o que chama de "deificação reprovável e intolerável" em torno da imagem do "rei do cangaço" e enfatiza que uma das propostas da obra, escrita durante aproximadamente seis anos, é "mostrar um lampião desmitificado".
Construíram esse monumento em bases flácidas, mentirosas. Ele era ladrão, safado, perverso, canalha e, o que não é má qualidade, bicha. Aliás, uma bichona. Frederico Pernambucano de Mello (autor do livro Estrelas de couro: a estética do cangaço, Escrituras Editora), um dos mais inteligentes sociólogos e antropólogos do Nordeste, diz que Lampião tinha os adereços e a conduta da cultura homossexual.
Para o membro da Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço, Alcino Alves da Costa, autor das obras O Sertão de Lampião, Lampião Além da Versão e Lampião em Sergipe, a afirmação de Morais é "uma verdadeira aberração". Não existia homossexualismo no meio do cangaço, não. Isso é uma aberração sem tamanho. É polêmica pela polêmica. Uma afronta ao homem sertanejo. Se Lampião fosse homossexual, fosse viado... - diz irritado, acrescentando que estuda o cangaço "praticamente desde que nasceu"."Sou de Poço Rendondo, onde deu mais de 35 moças e rapazes para o cangaço.
Eu me criei no meio dessa gente. Zabelê, Manuel Marques da Silva, era meu tio, irmão de minha mãe". As discordâncias só cessam quando o assunto é a imagem de justiceiro que alguns atribuem a Virgulino. Ambos refutam o rótulo. Sobre esse ângulo da história, ele (Morais) tem razão. Lampião jamais foi um justiceiro. Era realmente um bandido, um cangaceiro de atitudes monstruosas, mas tinha um lado heróico. O cangaço era um fenômeno social do Nordeste.
Ele nasceu das intrigas de famílias. Lampião conseguiu ser, entre todos os cangaceiros, a maior estrela, lutando, por praticamente 20 anos, contra as forças de sete estados do Nordeste. Não se pode tirar esse lado heroico dele. Ele se tornou o coronel dos coronéis. Todos os poderosos do Nordeste o temiam. O cordel, os repentistas fizeram dele o mito que é hoje. Agora, só porque quer tirar essa aura de herói, chama de viado. Aí, é sacanagem.
Para o juiz aposentado, entretanto, Lampião foi "um dos piores homens que a natureza produziu". Foi um facínora, um bandido, um calhorda. Não registrei nenhum feito heróico desse homem. Minha senhora, veja só... na história do cangaço - e eu já li muito, pouca gente leu tanto sobre Lampião quanto eu - não se encontra uma virtude desse infame. Até o período do governo militar, os nomes mais leves usados para Lampião eram calhorda, ladrão, safado.
A esquerda, durante o regime militar, tinha artistas, compositores, poetas, grandes cantores, mas não tinha um mito, um herói e criaram Lampião. Ele passou a ser o herói da esquerda. Muita coisa tem sido escrita sobre ele. Há que o compare a Jesus Cristo. Um homem que matou em torno de 1.200 pessoas. Acho essas comparações abjetas, mas engraçadas. Graças a Deus, o povo está lendo pouco...- ironiza.
Triângulo amoroso
Um dos pontos que mais causaram barulho no livro de Pedro de Morais foi o triângulo amoroso entre Lampião, Maria Bonita e Luiz Pedro. Desde 1960, estudo sobre Lampião. Estudo e fui a lugares por onde ele andou. Tenho depoimentos de remanescentes, de parentes de Maria Bonita, de Lampião. Que ela era adúltera, está em todos os livros. O que eu digo e mostro é que havia no cangaço um trio amoroso, envolvendo Lampião, Maria Bonita e Luiz Pedro, o amor dos dois. Luiz Pedro era um cangaceiro, namorado de Lampião, e trocaram juras de amor eterno.
Certa vez, Luiz Pedro matou o irmão de Lampião, que era a coisa que Lampião mais queria bem, e, em troca, Lampião, que nunca foi de clemência, absolveu Luiz Pedro, exigindo dele juras de que jamais se separariam. Isso não me parece coisa de macho. O integrante da Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço rechaça a afirmação do magistrado aposentado.
Nunca teve isso, não! O Luiz Pedro tinha uma companheira. A Mulher dele se chamava Neném. Ela foi morta na fazenda Mucambo, em Sergipe. Era de Raso de Catarina, Paulo Afonso, na Bahia. Essa monstruosidade chamada triângulo amoroso entre Lampião, Maria Bonita e Luiz Pedro é tudo safadeza.
Matéria publicada no portal Terra
sábado, 26 de novembro de 2011
Brasil celebra hoje Centenário de Mário Lago
Mário Lago nasceu no bairro da Lapa, berço da boemia carioca, no dia 26 de novembro de 1911. Viveu a época de ouro do samba e do florescimento da cultura popular brasileira no início do século XX. Foi ator, escritor, jornalista, compositor, dramaturgo, poeta e militante político. Um homem de vários atos.
Teatro e Televisão
Ao mesmo tempo em que se dedicava à música e ao rádio, Mário Lago também assumiu sua vocação de artista popular ao escrever para o teatro de revista. De acordo com a historiadora Monica Velloso, as peças de Mário eram consideradas "popularescas" e de "baixo nível" por causa do seu conteúdo cômico e improvisado, em uma época em que a rígida crítica teatral distinguia o teatro "sério e erudito" do teatro "baixo e popular". Mário escreveu cerca de 40 peças entre os anos 1930 e 1970. Na década de 1960, ele levou suas experiências no teatro e no rádio para a televisão.
Sua estreia ocorreu em 1963, na série "Nuvem de Fogo" em 1966, Mário Lago fez sua primeira novela, "Sheik de Agadir" da Rede Globo. Entre novelas, séries e minisséries, Mário participou de mais de 90 produções para TV. Sua última atuação foi na novela "O Clone", da TV Globo em 2001.
Música
Oriundo de uma família de músicos, Mário Lago teve contato com a música ainda na infância, durante as aulas de piano com Lucília Villa-Lobos. Mas na adolescência, abandonou os instrumentos clássicos para se dedicar ao samba. Assim como Noel Rosa, Ari Barroso e João de Barro, Mário faria parte de um grupo de jovens de classe média do Rio de Janeiro a formar parcerias com músicos populares. Entre as décadas de 1920 e 1930, passou a compor sambas e marchinhas de carnaval, como "Aurora" e "Ai, que saudades da Amélia", famosas até hoje.
Segundo Monica Velloso, autora da biografia "Mário Lago: boemia e política", Mário costumava dizer que se inspirava na vida, na boemia e na sua amizade com as prostitutas, verdadeiras contadoras de histórias. As prostitutas representavam a arte "de saber viver a vida". A partir da década de 1940, o jovem músico começou a trabalhar como ator e produtor de rádio. Foi roteirista da radionovela "Presídio de Mulheres", sucesso de audiência da Rádio Nacional na década de 1950.
Cinema
Além do rádio, do teatro e da TV, Mário Lago também se aventurou no cinema, atuando e escrevendo em várias produções entre as décadas de 190 e 1980. Apesar do currículo extenso nas telonas, o cinema não era uma das suas áreas preferidas. Conta a historiadora Monica Velloso: "Em uma de nossas entrevistas para a biografia, Mário disse certa vez que gostava mais de fazer TV, pois cinema tinha ritmo muito lento. Além de atuar, outra grande paixão dele era a música."
Mário Lago atuou em filmes como "Terra em Transe", de Glauber Rocha (1967), "O Padre e a Moça", de Joaquim Pedro de Andrade (1966) e "São Bernardo", de Leon Hirszman (1972).
Literatura
Mário Lago gostava de dedicar parte do seu tempo à literatura. O primeiro livro, "O Povo Escreve a História nas Paredes", de 1948, reunia poemas de cunho político e histórico. Durante a vida, Mário escreveria outros 11 livros, a maioria como tema principal a memória. "O Mário não se limitava a contar as próprias lembranças. Ele gostava de escrever sobre as memórias do seu país e da sua cidade, o Rio de Janeiro". revela Monica Velloso.
Atuação Política
Além da arte, Mário Lago vivia em intensa atividade política. Durante a época da faculdade, na década de 1930 (ele se formou em Direito, mas nunca exerceu a profissão) aproximou-se do Partido Comunista.
Em 1957, chegou a viajar para a União Soviética a convite da Rádio Moscou. No entanto, esse vínculo lhe rendeu algumas prisões durante o governo de Getúlio Vargas e na ditadura militar.
Segundo Monica Velloso, Mário "sobreviveu" a duas ditaduras porque ele 'interpretava' o tempo todo. "Ele contava que, graças as suas habilidades artísticas, era bem sucedido nos interrogatórios promovidos pelos militares. Foi o seu talento de ator e sua rapidez ao responder as perguntas que o salvaram dos momentos difíceis", revela a historiadora. Mário Lago atuou em várias campanhas políticas, como as Diretas Já. Com a volta da democracia no fim da década de 1980, passou a apoiar o PT nas eleições.
Teatro e Televisão
Sua estreia ocorreu em 1963, na série "Nuvem de Fogo" em 1966, Mário Lago fez sua primeira novela, "Sheik de Agadir" da Rede Globo. Entre novelas, séries e minisséries, Mário participou de mais de 90 produções para TV. Sua última atuação foi na novela "O Clone", da TV Globo em 2001.
Música
Cinema
Além do rádio, do teatro e da TV, Mário Lago também se aventurou no cinema, atuando e escrevendo em várias produções entre as décadas de 190 e 1980. Apesar do currículo extenso nas telonas, o cinema não era uma das suas áreas preferidas. Conta a historiadora Monica Velloso: "Em uma de nossas entrevistas para a biografia, Mário disse certa vez que gostava mais de fazer TV, pois cinema tinha ritmo muito lento. Além de atuar, outra grande paixão dele era a música."
Mário Lago atuou em filmes como "Terra em Transe", de Glauber Rocha (1967), "O Padre e a Moça", de Joaquim Pedro de Andrade (1966) e "São Bernardo", de Leon Hirszman (1972).
Literatura
Mário Lago gostava de dedicar parte do seu tempo à literatura. O primeiro livro, "O Povo Escreve a História nas Paredes", de 1948, reunia poemas de cunho político e histórico. Durante a vida, Mário escreveria outros 11 livros, a maioria como tema principal a memória. "O Mário não se limitava a contar as próprias lembranças. Ele gostava de escrever sobre as memórias do seu país e da sua cidade, o Rio de Janeiro". revela Monica Velloso.
Atuação Política
Além da arte, Mário Lago vivia em intensa atividade política. Durante a época da faculdade, na década de 1930 (ele se formou em Direito, mas nunca exerceu a profissão) aproximou-se do Partido Comunista.
Em 1957, chegou a viajar para a União Soviética a convite da Rádio Moscou. No entanto, esse vínculo lhe rendeu algumas prisões durante o governo de Getúlio Vargas e na ditadura militar.
Segundo Monica Velloso, Mário "sobreviveu" a duas ditaduras porque ele 'interpretava' o tempo todo. "Ele contava que, graças as suas habilidades artísticas, era bem sucedido nos interrogatórios promovidos pelos militares. Foi o seu talento de ator e sua rapidez ao responder as perguntas que o salvaram dos momentos difíceis", revela a historiadora. Mário Lago atuou em várias campanhas políticas, como as Diretas Já. Com a volta da democracia no fim da década de 1980, passou a apoiar o PT nas eleições.
Hoje no Vagão tem Alexandre Revoredo e Roberto do Valle
O Vagão Pesticaria Boemia, promete para hoje, mais uma noite de puro bom gosto ao som da boa música brasileira. Chorinho e Mpb compõem o cardápio musical deste Sábado. A noite irá contar as presenças dos musicos Alexandre Revoredo e Roberto do Valle, o menestrel do Bandolim, que irão desfilar um repertório de altíssima qualidade, digno do Vagão. Agora é se programa e curtir a noite de uma forma que só mesmo o Vagão pode proporcionar. A dica é chegar cedo prá conseguir uma mesa.
Vanessa vai festejar 10 anos de carreira com CD e DVD com convidados
Em 2012, Vanessa da Mata vai festejar seus 10 anos de carreira fonográfica - iniciada em 2002 com a edição do álbum intitulado com o nome da artista - com a gravação de CD e DVD. A intenção é reunir vários convidados para cantar com Vanessa - vista em foto de Geraldo Pestalozzi - o repertório autoral da compositora, lançada em 1999 na voz de Maria Bethânia.
Fonte: Notas Musicais
Falando de Cinema
A Vinny Filmes e a Nossa Distribuidora realizaram uma promoção para escolher o título do novo longa estrelado por Johnny Depp. O filme entrará em cartaz no Brasil com o título Diário de um Jornalista Bêbado. Acima você confere o primeiro pôster nacional da produção. O nome escolhido remete diretamente ao livro de Hunter S. Thompson, que chegou por aqui com o mesmo título. O vencedor da promoção será anunciado nesta segunda-feira, 28 de novembro, no site oficial da Vinny.
The Rum Diary (no original) conta a história de um jornalista freelancer que foge da louca rotina de Nova York e se muda para o Caribe, passando a escrever para um decadente jornal porto-riquenho. Com o tempo, ele se adapta ao estilo de vida caribenho, que envolve o consumo excessivo de álcool. Amber Heard, Aaron Eckhart, Richard Jenkins e Giovanni Ribisi completam o elenco. A previsão de lançamento é para o primeiro semestre de 2012, mas ainda não foi definida uma data oficial.
The Rum Diary (no original) conta a história de um jornalista freelancer que foge da louca rotina de Nova York e se muda para o Caribe, passando a escrever para um decadente jornal porto-riquenho. Com o tempo, ele se adapta ao estilo de vida caribenho, que envolve o consumo excessivo de álcool. Amber Heard, Aaron Eckhart, Richard Jenkins e Giovanni Ribisi completam o elenco. A previsão de lançamento é para o primeiro semestre de 2012, mas ainda não foi definida uma data oficial.
As pedras vão rolar de novo
De acordo com informações do site GigWise, os integrantes do Rolling Stones pretendem se reunir, ainda em dezembro, para discutir como serão as comemorações dos 50 anos da banda, em março de 2012. Eles estariam dispostos a deixar as diferenças de lado para celebrar o histórico aniversário.
Uma fonte próxima aos músicos disse que algumas empresas já estariam em conversações sobre uma possível turnê mundial. De acordo com o site, Keith Richards confirmou que eles estariam planejando ensaiar juntos, em Londres, este mês: "não vejo porque os Stones não podem se reunir para algum tipo de show no próximo ano. Eu quase conto com isso".
A última turnê da banda, A Bigger Bang, foi concluída em 2007. Enquanto nada se define sobre as comemorações das cinco décadas dos Rolling Stones, Mick Jagger segue promovendo seu novo projeto, chamado Superheavy.
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Hoje é dia de Café com Poesia com Miró da Muribeca no Sesc
Dando continuidade a sua programação cultural, o Sesc unidade de Garanhuns promove logo mais às 19h.30 mais uma edição do Café com Poesia, destacando hoje o projeto Conversa de escritor, que terá como convidado especial, o escritor pernambucano Miró da Muribeca, autor de vários livros e documentários. Neste encontro, o poeta contará passagens e experiências de sua vida literária de uma forma interativa com o público que poderá participar através da formulação de perguntas. O evento acontecerá nos salões do Sesc com entrada franca. Agora conheça um dos belos poemas de Miró da Muribeca.
CARLA
Conheci Carla catando lata
seus olhos brilhavam
como alumínio ao sol
São Paulo ardia num calor
de quase quarenta graus
pisou na lata,
como pisam os policiais
nos internos da Febem
jogou no saco
com a precisão
que os internos jogam
monitores dos telhados
e rápido foi embora,
tal qual seqüestro relâmpago
deixando a lembrança de um tempo
que não havia
seqüestros,
Febem,
nem tanta polícia,
muitos menos
catadores de lata
Os olhos de Carlaseus olhos brilhavam
como alumínio ao sol
São Paulo ardia num calor
de quase quarenta graus
pisou na lata,
como pisam os policiais
nos internos da Febem
jogou no saco
com a precisão
que os internos jogam
monitores dos telhados
e rápido foi embora,
tal qual seqüestro relâmpago
deixando a lembrança de um tempo
que não havia
seqüestros,
Febem,
nem tanta polícia,
muitos menos
catadores de lata
Nem desse poema precisavam.
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Reabertura do Vagão continua sendo festejada na cidade
A reabertura do tradicional bar Vagão, hoje denominado de Vagão Petiscaria Boemia, continua sendo comemorada por uma parcela significativa da população de Garanhuns e região. Mesmo após quase vinte anos de inatividade, a magia do lugar, com sua arquitetura ímpar e seu aconchedo, continuam fascinando os velhos frequentadores e agora uma nova geração que será responsável pela manunteção e em dar vida longa ao espaço.
Em pouco mais de 15 dias de funcionamento, o bar já recebeu a visita inclusive de pessoas provinientes de várias cidades do Nordeste, notadamente pessoas que outrora foram frequentadoras assíduas e que em visita a Garanhuns agora já trazem consigo seus filhos. Foi o que disse no último sábado ao partcipar de entrevista ao programa Censura Livre, o novo proprietário do bar, Tony Oliveita. Ele também reafirmou o compromisso de continuar com a tradição do Vagão, de sempre oferecer aos frequentadores música brasileira de qualidade, valorizando principalmente os músicos existentes em Garanhuns e na região. Outra idéia segundo Tony, é disponibilizar o bar para a realização de exposições de pinturas,lançamentos de livros e esquetes de Teatro.
Agora confira a programação desta semana do Vagão e bom divertimento
Sexta-Feira - Bruce e Everton (Mpb e Blues),Sábado - Alexandre Revorêdo e Roberto do Valle ( Mpb e Chorinho a noite toda).
Contato e informaões pelo 87 96195650.
VAGÃO PETISQUERIA BOEMIA, aberto até o último passageiro.
Pavimento superior do Centro Cultural Afredo Leite Cavalcante, Garanhuns-PE.
Crescem os indícios de que Maria Rita vai trocar a Warner pela Universal
Quarto álbum de Maria Rita, o recém-lançado Elo (2011) pode vir a ser o último da cantora na Warner Music, gravadora que lançou a artista no mercado fonográfico em 2003 com pompa e circunstância. Crescem os indícios de que Maria Rita - vista em foto de Vicente de Paulo - estaria em negociações com a Universal Music. Certo, por ora, é que a cantora aborda a partir de março de 2012 o repertório de sua mãe, Elis Regina (1945 - 1982), em cinco megashows - gratuitos e ao ar livre - que vão lembrar os 30 anos da morte da cantora, a saudade do Brasil.
Fonte: Notas Musicais
Patrimônio Vivo 2011: Secretaria de Cultura e Fundarpe divulgam lista de habilitados
Cinquenta e nove pessoas ou grupos culturais estão habilitados para a fase de análise cultural do VII Concurso Público do Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco. De diferentes regiões e ligados a diversas expressões culturais e artísticas, os habilitados agora serão avaliados pela Comissão Especial do processo, composta por membros de notório saber na área da cultura pernambucana.
Pernambuco conta atualmente com 24 patrimônios vivos em atividade. São eles o cineasta Fernando Spencer; a cirandeira Lia de Itamaracá; a circense Índia Morena; o sanfoneiro Camarão; os ceramistas Mestre Nuca e Zé do Carmo; os xilógrafos Dila, José da Costa Leite e J. Borges; a coquista Selma do Coco; o maestro Duda; o sambista Didi e os artesãos Zezinho de Tracunhaém e Manuel Eudócio. Também são patrimônios vivos os seguintes grupos culturais: a Banda Curica, natural de Goiana e mais antiga do Brasil; o Teatro Experimental de Arte (TEA), de Caruaru; a Confraria do Rosário, fundada por escravos; o Clube de Alegorias e Crítica Homem da Meia Noite, de Olinda; o Maracatu Leão Coroado; o Caboclinho Sete Flexas, do Recife e a Sociedade Musical Euterpina Juvenil Nazarena – Capa Bode, de Nazaré da Mata.
Fonte: Fudarpe
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