terça-feira, 23 de novembro de 2010
" Sesc comemora dia da Música "
" Blog ultrapassa 20 mil acessos "

" Por que doença no nordeste tem nome esquisito? "

Água nas junta
Algueiro
Alôjo
Antójo (enjôo durante a gravidez)
Astrose e astrite
Barriga farosa
Berruga (verruga)
Bicheira
Bicho de pé
Bico de papagaio (desvio na coluna)
Ficar de Bode (ficar chateado)
Ficar de Boi (ficar menstruada)
Boqueira (herpes)
Bucho quebrado
Cachingar (mancar)
Caduquice (esclerose)
Calo seco
Calombo
Campanhia caída
Cansaço no coração
Carne triada
Cesão
Chaboque do joelho arrancado
Cobreiro de pé (bolhas com coceira)
Corpo muído
Corpo reimoso
Curuba (ferida)
Dentiquêro
Desenchavido
Difruço (resfriado)
Difuluço
Doença dos nervo
Dor de viado
Dor na junta
Dor nas cadeira
Dor nas costas que responde na perna
Dor nas cruz
Dor no espinhaço (dor na coluna)
Dor no estambo (qualquer tipo de dor na barriga)
Dor no mucumbú
Dor no pé da barriga
Dor nos brugumi
Dor nos quartos (dor na parte lombar)
Dordói (conjuntivite)
Dormência numa banda do corpo
Empachado (cheio de fezes)
Entojo
Esmorecimento no corpo
Espinha carnal
Esporão de galo
Esquentamento
Estalicido (coriza)
Estopor
Farnizim
Fastio
Fervião no corpo
Fígado ofendido
Fininha (diarréia)
Fraco dos nervo
Frieira (micose nos pés)
Gastura
Gôgo
Gôto inflamado (quando a comida cai no gôto)
Impinge (micose na pele)
Infraquicida
Íngua
Inquizila
Intalo
Intanguida
Intupido (passar dias sem defecar)
Iscuricimento de vista (tontura)
Ispinhela caída
Juêi dismantelado
Juízo incriziado
Landra inchada (gânglios inchados)
Lundu
Mãe do corpo do lado de fora
Mal jeito no espinhaço (dor na coluna)
Maria preta
Môco
Moleira mole
Mondrongo
Morgado (desanimado)
Mucuim
Mufumba
Murrinha
Nervo torto
Nó nas tripa
Nuvem branca
Olho de peixe (verruga na planta do pé)
Ombro dismintido
Os quarto arriado
Pá quebrada
Pano branco
Papeira
Papêra (Caxumba)
Papoca no pé
Papoquinha
Passamento (desmaio)
Pé dismintido (pé torcido)
Pé durmente (pé inflamado)
Pé inchado (pé inflamado)
Pereba (ferida)
Pilôra (desmaio)
Pira
Pito frouxo
Quarta venerea
Quebranto (mau olhado)
Queima no estombo
Remela no zói (olho sujo)
Resguardo
Ruçara
Sapinho (aftas na lingua)
Sapiranga nos ói
Sete couro
Solitária
Tirissa
Tisga
Tísico
Tosse de cachorro (tosse seca)
Treiçó
Unha fofa
Unheiro
Vazamento pelo pito (diarréia)
Vêia quebrada
Vento caído
Vermêia
Vista cansada
Xanha (coçeira nos pêlos pubianos)
Zaróio (vesgo)
Zóio nuviado
Zôvo gôro
Zôvo virado
" Enquete...Últimos Dias "

" Conhecendo nossas Coisas "

Baleado – Ligeiramente embriagado
Bambo - Por acaso, por sorte (Não sabia o endereço, acertou no bambo)
Barata-de-igreja - Beata
Barroada – Choque, batida entre dois ou mais automóveis
Bascui – Sujeira, entulho
Bater-fofo - Falhar, não cumprir o prometido
Berrante - Revólver, arma de fogo
Bexiga – Coisa ruim; situação complicada
Bexiguento - Patife, cretino
Bicada – Dose de aguardente, dose de bebida alcoólica
Bicado - Embriagado
Bigu - Carona
Bila – Bola de gude
Bilola – Pênis
Bimba – Pênis
Bimbada – Trepada; ato sexual
Biritado – Bêbado, embriagado
Bizu - Cola de prova; fraude em vestibular
Boca-quente - Pessoa influente, importante
Bode-moco - Pessoa com problema de audição
Boga - Cu, ânus
Boiola – Homossexual masculino
Borná – Saco ou bolsa, usado a tiracolo, por caçadores ou para transporte de ferramentas
Borrego – Filhote de cabra
Botar galha - Cornear, ser infiel
Brebote – Comida com baixo teor de nutrição
Bregueço - Objeto sem valor, despresível
Brenhas - Lugar longe e de difícil acesso
Bronha – Masturbação masculina (O menino estava batendo uma bronha no banheiro)
Broxar – Perder a potência sexual
Bruaca – Mulher feia
Bufar – 1. Peidar, dar peidos; 2. Gemer de raiva
Bujinganga – Conjunto de objetos variados, sem ou de pouco valor; miudezas
Bunda-nacasta – Cambalhota
Buruçu – Confusão
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
" Morre músico Almeida Prado "

Almeida Prado nasceu em Santos, em 1943. Sua carreira, como ele mesmo definia, começou em 1952, época de “obras sem estrutura consciente” que durou até o início da década de 60. Vieram, então, os anos de estudo com Camargo Guarnieri, sob a influência da estética do nacionalismo pregado por Mário de Andrade.
Nos últimos anos, as obras de Almeida Prado reforçavam o caráter de síntese de diversas tendências. O mais importante, no entanto, foi a maneira como ele as fez dialogar em seu trabalho. Ao utilizar diversas ferramentas composicionais, adquiridas ao longo de toda a carreira, ele vinha refinando cada vez mais uma linguagem extremamente pessoal, o que fica evidente, por exemplo, nos Estudos Sobre Paris, estreada pela Osesp no ano passado, ou mesmo nas Variações Sinfônicas, escritas para o Festival de Inverno de Campos de Jordão em 2005, ano em que atuou como compositor residente do evento.
No próximo fim de semana, um concerto em sua homenagem será realizado pela Sinfônica de Santo André. Sob regência do maestro Carlos Moreno, genro do compositor e titular da orquestra, será interpretada a sua Sinfonia dos Orixás, peça-chave na literatura sinfônica brasileira, escrita nos anos 80 para a Orquestra Sinfônica de Campinas.
" Falando de Cinema "

" Salve o dia da Música "
A palavra "música" é de origem grega e significa "referente às musas". De acordo com a mitologia grega, as musas eram nove deusas que inspiravam as pessoas na arte de fazer poesia e música. Segundo o Dicionário Novo Aurélio, música é "arte e ciência de combinar os sons de modo agradável ao ouvido". Já o Dicionário Houaiss define-a como "combinação harmoniosa e expressiva de sons, arte de se exprimir por meio de sons, seguindo regras variáveis conforme a época, a civilização etc.".
Na Pré-História, o ser humano descobriu os sons do ambiente que o cercava: o rumor do mar, dos rios e das cascatas, o ruído do trovão, o canto dos pássaros, as vozes dos animais, o barulho do vento contra as folhas, o zumbido dos insetos, o som dos passos de outros seres humanos e, sobretudo, o maior instrumento musical humano: a voz. A música pré-histórica, contudo, não é considerada como arte, visto ser um veículo expressivo de comunicação, sempre ligada às palavras, aos ritos e à dança.
Com o decorrer do tempo, o ser humano inventou instrumentos musicais para expressar seus sentimentos. Desse modo, surgiram os instrumentos de cordas, de percussão e de sopro. Hoje, os computadores auxiliam cientistas e artistas nas várias atividades musicais, desde a elaboração de uma simples partitura até a produção de sons inimagináveis outrora.
A música, por seu turno, recebeu vários nomes: absoluta (ou pura), aleatória, atonal (ou dodecafônica), clássica, concreta, country, cromofônica, de câmara, de cena (ou incidental), de janízaros (ou turca), eletroacústica, de programa, descritiva, de estante (ou de facistol), folclórica, eletrônica, espacial, experimental de vanguarda, gospel, klesmer, instrumental, magnetofônica, minimalista, modal, pop, popular, programáticas, sacra, serial, sertaneja. Essa arte dos sons organizados está, portanto, em constante expansão. No futuro talvez o ser humano possa ouvir a música das esferas, tão decantada pelos pitagóricos.